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Posts Tagged ‘EducaçãoAmbiental’

REPRESA DAS PALMEIRAS PEDE SOCORRO (DE NOVO)

4 de dezembro de 2011 4 comentários

Há pouco mais de um ano desde a sua última limpeza, a Represa das Palmeiras de Águas de São Pedro volta a apresentar superpopulação de Aguapés. Em tempos em que a Renovação do Contrato entre o Município de Águas de São Pedro e a Sabesp está em pauta na Câmara de Vereadores e na mídia local, é importante que a população se envolva e cobrem ações imediatas, permanentes e sustentáveis.

Havia um projeto deste blog de escrever sobre o assunto no final de 2009, conforme o link Represa das Palmeiras – Parte 1 , mas não estou encontrando tempo. Quem sabe consiga alguma ajuda. Aceito ideias e sugestões.

Abraço,

Cantidio B. Netto

Seguem abaixo fotos tiradas sábado (03/12/2011) pela manhã:

Represa Palmeiras - Águas de São Pedro/SP 03/12/2011

Represa Palmeiras - Águas de São Pedro/SP 03/12/2011

Represa Palmeiras - Águas de São Pedro/SP 03/12/2011

Represa Palmeiras - Águas de São Pedro/SP 03/12/2011

Nova Resolução Conama sobre Recuperação de APP

22 de abril de 2011 3 comentários

Está em vigor desde 02 de março, quando publicada no DOU (Diário Oficial da União) a Resolução Conama nº 429, de 28 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre a metodologia de recuperação das APPs (Áreas de Preservação Permanente).

De acordo com o texto, a metodologia de recuperação disposta nesta Resolução se aplica às APPs, consideradas de interesse social, conforme a alínea “a”, inciso V, do § 2º do art. 1º do Código Florestal.

A recuperação voluntária de APP com espécies nativas do ecossistema onde ela está inserida, respeitada metodologia de recuperação estabelecida nesta Resolução e demais normas aplicáveis, dispensa a autorização do órgão ambiental.

Conforme a Resolução, a recuperação de APP poderá ser feita pelos seguintes métodos:

1 – condução da regeneração natural de espécies nativas;

2 – plantio de espécies nativas; e

3 – plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas.

O artigo 8º da Resolução estabelece que a recuperação de APP, em conformidade com o que estabelece esta Resolução, bem como a recuperação de reserva legal, é elegível para os fins de incentivos econômicos previstos na legislação nacional e nos acordos internacionais relacionados à proteção, à conservação e ao uso sustentável da biodiversidade e florestas ou de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Para acessar a nova Resolução – CLIQUE AQUI!

(via http://sendosustentavel.blogspot.com)

ESTUDO SUGERE CHIP E VASECTOMIA EM QUATIS

6 de novembro de 2010 1 comentário

Mais uma vez os Quatis da cidade de Águas de São Pedro viram notícia. Segue abaixo a reprodução da matéria do Jornal de Piracicaba, Edição Semanal de Sexta-feira, 5 de novembro de 2010. Créditos: Renan Bortoletto (Jornal de Piracicaba).

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“LEVANTAMENTO DE PROFESSORES DA UNESP APONTA A NECESSIDADE DE CONTROLE DA PROCRIAÇÃO DOS QUATIS QUE VIVEM NO PARQUE DR. OCTÁVIO DE MOURA ANDRADE.

Estudo realizado por professores do campus Botucatu da Unesp (Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho) apontou a necessidade de controle da procriação dos quatis que vivem no parque Dr. Octávio de Moura Andrade. Cerca de 40 animais habitam o local. Apesar do baixo número, especialistas debateram possíveis doenças que podem ser transmitidas aos humanos e invasões em zonas urbanas em busca de alimento. Além da chipagem, os professores cogitam vasectomizar machos líderes. Uma reunião deverá ser marcada para definir quando as ações serão iniciadas. Um folheto de conscientização deverá ser distribuído em escolas e entidades do muicípio.

Encontro destinado a discutir o assunto aconteceu na semana passada na estância e contou com a presença de representantes regionais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), do secretário de Meio Ambiente de Águas de São Pedro, Raymundo Lázaro Profício, e do secretário de Saúde, Marcos Casarini.

O estudo baseou-se em filmagens feitas pelos professores e coleta de dados dos quatis. Em algumas situações foi detectado que os quatis têm invadido casas e se alimentado de rações e comidas dadas a cachorros e gatos. As duas espécies de quatis, porém, são consideradas carnívoras. A inspeção também apontou que os animais encontram-se dispersos em vários locais de Águas, nos bairros Canta Sapo, Jardim Jerubiaçaba e Mini-Horto.

Para o professor Carlos Roberto Teixeira, isso gera uma problemática de convívio entres os animais. “Cada um tem o seu habitat, e muitas vezes aquilo que o quati está comendo não é adequado para a saúde dele”, afirmou. Outra solução apontada no estudo é o que os especialistas chamam de translocação, limitando a área dos quatis dentro do parque. A captura dos animais e a chipagem seriam os primeiros passos.

“Depois montaríamos algumas jaulas espalhadas pelo bosque onde eles serão cevados com alimentos e não precisarão sair procurar comida nas casas ou nas ruas”, afirmou Teixeira. Cada jaula, com aproximadamente dois metros de largura por dois metros de altura, custaria aproximadamente R$ 2,2 mil.

O professor Marcos Vinícius, um dos responsáveis pelo Cempas (Centro de Medicina e Pesquisa de Animais Silvestres), destacou que os gastos para cuidar dos quatis não é grande, e que a maior parte do material necessário viria da Unesp. “Só precisamos de uma sala para fazer os exames e contar com o apoio da Prefeitura do trabalho de conscientização da opinião pública”, argumentou.

Mesmo com a castração dos quatis, os professores afirmaram que a Unesp ficaria responsável por fazer um trabalho de monitoramente e acompanhar e evolução do grupo. O prefeito da cidade, Paulo Ronan (PSDB), também esteve presente na reunião e levantou uma questão polêmica: “o número de quatis teria diminuído depois que populares teriam começado a caçá-los para consumo””.

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A diminuição da população de Quatis também pode ser atribuída aos atropelamentos, principalmente na região da “Estrada Velha” que liga os municípios de Águas de São Pedro e São Pedro. Por inúmeras vezes constatei animais mortos no acostamento, teve vez que contei 3 indivíduos na mesma semana. Espero que estes bichinhos deixem de ser problema e tornem-se realmente um atrativo turístico.

ASSUNTOS RELACIONADOS AQUI NO BLOG:

Desequilíbrio Iminente

 

Um Abraço!

Cantidio B. Netto

IMPASSES NO PLANEJAMENTO AMBIENTAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO PEDRO – SP

29 de outubro de 2010 1 comentário

Esta semana foi publicado um artigo bem interessante sobre a Região de São Pedro na Revista Eletrônica CLIMEP. Um trabalho muito legal de alguns amigos que tive a oportunidade de participar. Vale a pena conferir!!

A CLIMEP – Climatologia e Estudos da Paisagem é uma publicação eletrônica semestral do Laboratório de Climatologia e do Laboratório de Interpretação e Valoração Ambiental, do Departamento de Geografia, do Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista (IGCE/UNESP), campus de Rio Claro, estado de São Paulo, Brasil. Desde 2006 é publicada em formato eletrônico na Web.

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RESUMO
Na Estância Turística de São Pedro existe uma série de aspectos que demonstram, assim como os demais municípios do Brasil de um modo geral, as enormes dificuldades para colocar em prática o planejamento ambiental, garantindo o desenvolvimento sustentável nos espaços urbanos ou rurais, do ponto de vista ambiental e social. Entre outros fatores constatados, ocorre uma contraposição entre o crescimento urbano e a qualidade ambiental, gerando a ocupação indevida das terras, supressão das matas ciliares dentro e fora do perímetro urbano, formação de processos erosivos e déficit na sua estrutura de saneamento básico. Considerando-se a dificuldade de utilizar instrumentos de gestão ambiental, o município deve incorporar em seu Plano Diretor São Pedro a definição de suas vocações naturais, investindo realmente em atividades de caráter sustentável ligadas ao ecoturismo e serviços, valorizando e cuidando melhor dos recursos naturais, através de regras que definam a direção e a forma do crescimento no município.

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O artigo está disponível em:

http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/climatologia/article/view/2874.

O artigo completo está disponível em PDF. CLIQUE AQUI PARA ACESSÁ-LO.

 

Um Abraço.

Cantidio B. Netto

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

4 de junho de 2010 Deixe um comentário

No próximo sábado, dia 05 de junho, é celebrado o “Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia”. A data foi estabelecida em 1972 com o objetivo de sensibilizar a opinião pública para a necessidade de proteger e valorizar o meio ambiente, e escolhida pela Assembléia Geral da ONU porque recorda o dia de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Humano (Estocolmo, 1972), que culminou com a criação do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

O Ônibus Voluntário Ambiental, da Associação Barco Escola da Natureza, do município de Americana, estará em Águas de São Pedro neste sábado para promover a educação e a conscientização ambiental quanto à necessidade de conservação do meio em que vivemos. O Ônibus conta com laboratório, vídeos interativos, palestras, teatros Sócio Ambientais entre outros.

Além das aulas itinerantes com o ônibus, o programa “Voluntário Ambiental”, criado em 2003, tem como objetivo incentivar o consumo responsável dos recursos naturais, conscientizando a comunidade quanto ao uso de equipamentos indevidos para pesca, as consequências do desmatamento, queimadas e incentivar a arborização e o plantio de espécies nativas da mata ciliar.

O programa também informa sobre a problemática do local, promove e estimula a conservação ambiental nas comunidades, por meio de palestras e cursos, além de distribuir mudas de árvores fornecidas pela CPFL, promovendo a educação ambiental.

Ecobus do Programa Voluntário Ambiental na cidade de Sumaré/SP.

PARTICIPE!!!

Data: 05/06/2010

Horário: 10h às 18h

Local: Monumento das Águas (entrada do Parque Dr. Octávio de Moura Andrade)

A Associação Barco Escola da Natureza é uma Organização da Sociedade civil de Interesse Público (Oscip), nasceu, em 2000, de um sonho do então comerciante e ambientalista, João Carlos Pinto, em promover a educação ambiental e colaborar na conservação do meio ambiente, em especial do reservatório de Salto Grande.

Para saber mais sobre a Associação Barco Escola da Natureza e o Programa Voluntário Ambiental visite o site:

www.barcoescola.org.br

Um Abraço!

Cantídio Biscalchim Netto

CRIME AMBIENTAL! Parte 5

7 de maio de 2010 Deixe um comentário

…CONTINUANDO


Diante das dúvidas que surgiram após a reportagem veiculada no Jornal Regional 2º edição, do dia 26/04, onde, segundo o jornal, a Prefeitura de Águas de São Pedro havia sido flagrada descartando entulho (construção civil) em área de preservação permanente, e da Nota Oficial da Secretaria de Meio Ambiente e Segurança Pública afirmando que a área utilizada para o descarte apenas de material proveniente da limpeza das vias urbanas, áreas verdes e poda das árvores (galhos e folhas), apesar de não regulamentada, não é Área de Preservação Permanente e que apenas uma faixa daquela área estaria dentro dos 30 metros (APP) da margem do Lago do Limoeiro, decidi ir até o local para constatar o que realmente estaria acontecendo.

Afirmar categoricamente que uma determinada área é ou não Área de Preservação Permanente, sem a realização de levantamentos e estudos técnicos necessários para a sua exata delimitação é um tanto quanto arriscado. Se levarmos em conta a legislação vigente abordada no artigo anterior, que dispõe sobre a definição e parâmetros para delimitação das áreas de preservação permanente, o cenário daquela região com as APPs delimitadas ficaria parecido com a figura abaixo:

Cenário com a delimitação das APPs do Rio Araquá e do Lago do Limoeiro. (imagem ilustrativa)

As áreas de preservação permanente correspondentes ao Lago e ao Ribeirão do Limoeiro teriam que ser delimitadas considerando a cota máxima de operação do lago, o nível mais alto alcançado por ocasião da cheia sazonal dos cursos d´água perene ou intermitente e a área de inundação (várzea) do ribeirão. Em ambos a faixa da APP seria de 30 metros desde que não fossem identificadas outras categorias de corpos hídricos como, por exemplo, as nascentes. A imagem acima, apesar de meramente ilustrativa, nos da uma noção das faixas das áreas protegidas por lei (APP), tanto para o Lago do Limoeiro como para o Rio Araquá.

Indo até o local, constatei que a Prefeitura realmente utiliza aquela área para o descarte de resíduos provenientes da limpeza das áreas verdes públicas, praças e poda das árvores (galhos e folhas), no entanto é importante ressaltar que além do resíduo vegetal, foi constatada a presença de restos de móveis (armário e sofá), sacolas plásticas, garrafas pet e algumas telhas.

Não é possível afirmar com precisão se parte daquele material encontra-se em APP pelos motivos já abordados anteriormente, mas a maneira como é feita a sua disposição no solo coloca em risco não só a faixa da APP, mas como o próprio corpo hídrico, pois os resíduos podem ser carreados até o lago através da chuva. Verificou-se também que parte do material depositado naquela área foi queimado, só não se sabe se a queima foi acidental ou se é frequentemente utilizada para diminuir o volume do resíduo e promover a “limpeza” da área.

NOTA: A queima de lixo, vegetação de qualquer espécie, material orgânico ou inorgânico no município de Águas de São Pedro é PROÍBIDA, sob pena de multa. (Lei nº 1.334/2006)


FOTOS:

Vista parcial da área utilizada pela Prefeitura de Águas de São Pedro para descarte de material proveniente da limpeza de áreas urbanas verdes e poda das árvores. Ao fundo observa-se o Lago do Limoeiro.

Resto de móveis e armários encontrados no local. Ao fundo o Lago do Limoeiro.

Restos de móveis (sofá) encontrado no local.

Lixo: Sacolas Plásticas e Garrafas Pet também foram encontradas no local.

Restos de móveis, telhas, garrafas plásticas e indícios de queimada na área.

Indício de Queimada

Lago do Limoeiro, foco de queimada próximo a sua margem.

Vista parcial da área queimada

Bom, foram essas as constatações que tive. Volto a frisar que em momento algum tive a intenção de acusar ou atacar ninguém com o blog, mesmo porque não é possível saber quem depositou o material não vegetal e promoveu a queima de parte da área, apesar dela ser utilizada pela prefeitura.

A minha ida ao local foi motivada pelas dúvidas que surgiram após a veiculação da reportagem na TV e da Nota Oficial da Sec. de Meio Ambiente. Como fui procurado, inclusive por autoridades, logo após o primeiro artigo publicado me senti na obrigação de tentar esclarecer os fatos que ficaram um tanto quanto confusos.

Espero que a atividade seja regulamentada o mais breve possível para que o descarte do material seja feita de maneira correta, seguindo as regras e diretrizes legais impostas pelos órgãos ambientais competentes. Só assim as áreas de preservação permanente desempenharão sua função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas.

Assim que surgir novidades sobre o caso, publicarei aqui, ok.

O espaço está aberto a todos para eventuais esclarecimentos.

Grande abraço.

Cantidio Biscalchim Netto

CRIME AMBIENTAL! Parte 4

6 de maio de 2010 1 comentário

…CONTINUANDO

Primeiramente, faz-se necessário entender quais os tipos de Área de Preservação Permanente (APP) podemos encontrar no local e como elas são delimitadas de acordo com a legislação vigente, e a partir destas efetuar a delimitação das APP´s na área objeto de toda problemática envolvendo a denúncia veiculada na mídia.

Devido a importância para o equilíbrio do meio ambiente e manutenção da qualidade ambiental as APP´s foram instituídas pela Lei Federal nº 4.771/65 (Código Florestal) e complementada por Resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA, garantindo assim toda base jurídica e conceitual sobre o assunto.

O Código Florestal criado na década de 60 (Lei nº 4.771/65) serve como base legal no país. Considerando a necessidade de regulamentação do Artigo 2º do Código Florestal, entrou em vigor a Resolução nº 303, do Conselho Nacional de Meio Ambiente – CONAMA, no dia 13 de maio de 2002. Essa resolução dispõe sobre parâmetros, definições e limites de APP´s, estabelecendo sua abrangência e distribuição espacial.

Outro aspecto que deve ser abordado é referente às áreas de preservação permanente das represas naturais ou artificiais, já que o local, objeto de toda problemática, esta situado as margens de um lago artificial, o Lago das Palmeiras. A Resolução CONAMA nº 302/02, estabelece critérios e diretrizes para as áreas de preservação permanente para represas naturais e artificiais. Definindo o reservatório artificial como uma acumulação não natural de água, devido a construção de barreiras para seu armazenamento, seja para qualquer tipo de uso.

Exemplos de APPs em diferentes tipos de corpos hídricos. (Fonte: Preservação e Recuperação de Nascentes - Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. 2004)


É importante ressaltar que a área de preservação deve ser respeitada, até no caso de a mesma não possuir cobertura vegetal, isso não implica na possibilidade de utilização da área. “A área de preservação permanente é a área protegida nos termos dos Arts. 2º e 3º do Código Florestal, coberta ou não por vegetação nativa,…”.

Ainda segundo a lei, ao ler que o limite para início da área de preservação deve ser demarcado considerando “desde o nível mais alto em faixa marginal”, entende-se que as APP´s estão fora da dinâmica geomorfológica do canal de drenagem de um curso d´água.

Na figura abaixo é possível observar todos os elementos que constituem uma planície aluvial, o qual delimita o início das APP´s, que de maneira geral aluvial possui terrenos baixos e mais ou menos planos, diques marginais, área de várzea com alagamentos periódicos e vegetação arbustiva, ou seja, os leitos aluviais são espaços que sazonalmente podem ser ocupados pelo escoamento das águas.

Principais elementos fluviais encontrados em um sistema de várzea. (Fonte: BOIN,2005. Retirada do artigo Geografia em Atos, n.8, v.2)

Na próxima parte deste artigo, vou detalhar o que foi visto na área onde a Prefeitura estaria depositando material proveniente da limpeza das áreas verdes do município de Águas de São Pedro.

CONTINUA…

Um abraço,

Cantidio B. Netto