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Antenas geram discórdia entre moradores de condomínios

31 de julho de 2011 11 comentários

Reportagem vinculada no SPTV, 1ª Edição de Quarta-feira, 27/07/2011.

“Quem mora na Grande São Paulo já se acostumou a ver antenas enormes no alto dos prédios. O aluguel desse espaço nas alturas rende um bom dinheiro para os condomínios. Mas nem todo mundo quer ter uma antena tão perto assim.”

Um tema bastante polêmico, bem mais pela falta de informação das pessoas, do que pelos reais riscos que esses sistemas irradiante podem trazer à saúde humana. Trabalho há muito anos com isso, sempre na área do licenciamento e estudos ambientais de Estações Radio Base. Neste último ano tive o prazer de entrar para o time de uma das mais bem preparadas empresa do setor de engenharia e infra-estrutura em Telecomunicações do Brasil. Me deparo com situações deste tipo todos os dias, tanto na implantação de equipamentos em topos de edifícios, chamados de “RoofTop”, como aqueles instalados diretamente no solo, através de torres, denominados “Greenfield”. Vejo o trabalho da imprensa muito importante no sentido de conscientizar a população para os reais riscos/benefícios das Estações Radio Base de telefonia celular. Se os equipamentos seguirem todas as normas legais e de segurança, não há com o que se preocupar.


ANTENAS – NOVAS REGRAS EM PIRACICABA-SP

31 de agosto de 2010 2 comentários

NOVAS REGRAS PARA INSTALAÇÃO DE ESTAÇÕES RADIO BASE NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA-SP

No dia 05 de julho de 2010, foi sancionada pelo Prefeito da cidade de Piracicaba, Sr. Barjas Negri, a Lei nº 6.814 que estabelece normas e procedimentos para instalação de torres de telefonia celular (Estações Radio Base – ERB) e de outras fontes emissoras, revogando a Lei nº 5.608 de 2005.

A lei anterior previa em seu artigo 4º a distância mínima de 100 metros entre o local de implantação da torre e as residências já existentes. Este artigo praticamente inviabilizou a prestação de serviços de telecomunicações, com qualidade, em regiões com adensamento urbano mais elevado.

A nova lei leva em consideração fatores bem mais complexos como campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, bem como riscos para a saúde da população em caso de exposição às radiações. A lei precisava ser enquadrar às exigências da Lei Federal nº 11.934, em vigor desde maio de 2009, que dispõe sobre os limites à exposição humana a esses campos eletromagnéticos.

A lei atual trata de distância de torres em seu artigo terceiro, onde destaca que, de áreas críticas como próximas de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos, elas devem estar, no mínimo, 100 metros longe. Não há especificações sobre distância de residências, mas sim obrigações das operadoras para regulagem dos equipamentos, para que obedeçam a parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), em relação à exposição humana aos campos gerados por essas torres.

Acato de veto preserva lei do Executivo

Os vereadores acataram, na sessão da Câmara de quinta-feira, 26, o veto do prefeito Barjas Negri (PSDB) à emenda de José Benedito Lopes (PDT), que propunha alteração na Lei 6814/2010, do Executivo, referente às torres de transmissão de telefonia celular, em vigor desde o início de julho.

A emenda estabelecia distância mínima de 50 metros entre as torres e as residências existentes nas proximidades, o que obrigaria o ajuste (deslocamento ou simples retirada) dos equipamentos irregulares em seis meses.

Com a decisão, a lei permanece como estava.

(Fonte: Jornal A Tribuna de 31/08/2010)

Leia a matéria da íntegra AQUI.

Abraço,

Cantidio B. Netto

Antenas: 6 meses para mudar

12 de julho de 2010 2 comentários

Empresas que pretendem instalar antenas terão que seguir a lei

O vereador José Lopes (PDT) conseguiu a aprovação unânime de emenda de sua autoria, ao projeto encaminhado pelo Executivo, à Câmara, que estabelece normas para a afixação de antenas de telefonia celular.

As torres de celular instaladas na cidade deverão estar a uma distância mínima de 50 metros, e não mais de 100 metros, como era antes. A nova distância, que será sancionada pelo prefeito Barjas Negri (PSDB), nos próximos dias, em forma de lei publicada no Diário Oficial do Município (DOM), passa a ser contada entre o local de instalação das torres ou rádios-base e as residências já existentes no entorno. No caso de as torres já estarem instaladas, as empresas responsáveis terão o prazo de seis meses para se adequarem. Nem um dia a mais.

Ontem (30), à Gazeta, o vereador José Lopes disse que conversou com o prefeito Barjas Negri (PSDB) e que obteve do chefe do Executivo a garantia de que o prazo será cumprido à risca. Significa afirmar, de acordo com o parlamentar, após conversa com o tucano, que as companhias que não se adequarem às alterações poderão ter de tirar as antenas ou torres dos espaços ocupados atualmente.

Fonte: Jornal Gazeta de Piracicaba (Publicada no Site em 01/07/2010)